sábado, 4 de abril de 2009

Olhando para o Teto


Sempre quando não se tem nada pra fazer agente simplesmente não consegue fazer nada, ou seja, a falta do que fazer causa preguiça. E isso é pura verdade usando a lógica de que, quando eu não tinha tempo pra nada conseguia fazer tudo o que queria, é claro que eu reclamava, mas sempre dava um jeito pra tudo.

Agora não, é como se fosse uma regra que meu corpo teima em seguir, hoje mesmo( sábado) eu acordei disposta estudar, escrever,arrumar, antecipar... E até agora ( 19:23) as únicas coisas que fiz foram um tanto irrelevantes, e isso me frustra, pois para um ano em que eu planejei fazer tantas coisas, simplesmente já é Abril e eu não cumpri minhas próprias promessas.

Aos poucos me causa uma angústia, minha meta desse ano é a UFES e o meu cursinho ainda tem duas semanas pra começar, ou seja, pouco menos de oito meses para estudar até o vestibular, e isso não é bom se comparado aos estudantes que estão desde Janeiro dentro da sala de aula, mas ainda assim não posso reclamar de muita coisa, pois passei em um curso técnico público e um pré-vest público também, e isso é um estímulo.

No entanto, apesar dessas conquistas não há nada que me possa tirar a insegurança, pois se alguém falar que não se sente inseguro diante de um sonho estará mentindo, a insegurança faz parte desse processo de realizações, e se não fizer é porque não existem sonhos almejados.
E é isso o que mantém de pé, os meus sonhos, que para alguns podem ser pequenos ou exagerados, mas para mim é do tamanho certo, e quando eu realizá-los virão outros e outros.

E por enquanto eu permaneço aqui, na sala olhando para o teto, que parece sem graça agora, mas foi o estímulo para eu escrever esta postagem, e é por isso que ele merece a foto central de hoje, pois além de me ajudar indiretamente a escrever ainda conhece tudo sobre minha pessoa, já imaginou se tetos falassem? não quero nem pensar o que diriam de mim!








Magalli Souza


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